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segunda-feira, 28 de março de 2016

O AGORA ONLINE - Fundação de Saúde das Américas recomenda vacinação para idosos

Fundação de Saúde das Américas recomenda vacinação para idosos


A Fundação Saúde das Américas (FSA) elaborou uma recomendação para melhorar a cobertura vacinal em outras fases da vida, para além da infância, com foco, principalmente, na imunização de idosos. De acordo com a recomendação, governos e cidadãos devem se empenhar em oferecer e exigir vacinação gratuita aos grupos de alto risco, como gestantes, imunocomprometidos e trabalhadores idosos, além de profissionais de saúde. A fundação quer que as vacinas sejam disponibilizadas gratuitamente, e, quando isso não puder acontecer, que sejam disponibilizadas informações acessíveis, inclusive para analfabetos. Ao jornal Correio Braziliense, o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), João Bastos Freire Neto, afirma que o contexto de proteção no Brasil é exceção, pois através do Sistema Único de Saúde (SUS) e de um calendário vacinal, é realizado a imunização de grupos de risco. O presidente da associação destaca que no país há um plano de vacinação específico para idosos e que são acessíveis a população. “Na realidade, o cenário brasileiro, pelo menos no que diz respeito à imunização, é um dos melhores do mundo. Ele data do governo militar e, desde então, tem sido aprimorado. Nem mesmo os Estados Unidos possuem a cobertura vacinal que temos aqui”, completa Luiz Vicente Rizzo, membro e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI). O presidente da SBGG afirma que a geriatria tem um papel fundamental na cobertura vacinal dos idosos, mas diz que o ponto crítico é “a falta de informação sobre a necessidade de vacinar adultos e idosos, e não somente crianças”. “Essa consciência não foi semeada com firmeza”, justifica. Essa falta de informação, segundo o geriatra, não é somente da população, é também dos profissionais de saúde que evitam prescrever vacinas, com medo de uma interação negativa com medicamentos utilizados pelos mais velhos. Entretanto, ele ressalta que a situação é bem diferente, e que, o índice de morte por doenças respiratória e cardíaca, acidente vascular cerebral (AVC) e diabetes em adultos com 70 anos ou mais coincidem com as epidemias de gripe anuais. 

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