
Técnico Vagner Mancini ainda está em busca da formação ideal para o meio de campo do rubro-negro
No xadrez, o peão pode ser uma peça sem grande importância para um jogador leigo. Porém, há quem ache que esta peça aparentemente fraca pode mudar o destino de uma partida. No tabuleiro do técnico do Vitória, Vagner Mancini, a escolha de um peão no meio de campo tem sido sua principal dúvida em 2016.
O treinador rubro-negro ainda não repetiu a mesma formação do meio de uma rodada para outra. Na verdade, se trata apenas de um peão que ainda não encontrou seu lugar. Dos oito jogos realizados no Baiano, o meio mais recuado tem uma formação definida: Amaral, Willian Farias e Tiago Real. Todos ficaram de fora em apenas um jogo no ano. A grande questão é a peça da frente, que pode ser o último homem do meio ou o primeiro do ataque.
Ao todo, seis atletas já se revezaram neste papel: Alípio, Arthur Maia, José Welison, Marcelo, Leandro Domingues e David. Em duas oportunidades, Mancini chegou a abrir mão do meio e resolveu povoar o ataque. No clássico Ba-Vi, vencido pelo Leão por 2x0, por exemplo, ele colocou Marinho, Vander e Robert no ataque, abrindo mão do que seria o camisa 10 do Leão. William Henrique também teve a sua oportunidade.
Vagner Mancini terá 11 dias sem jogos para pensar neste peão, já que o Vitória só volta a jogar dia 10 de abril, contra a Juazeirense, fora de casa. Até lá, outra peça pode entrar na briga: Dagoberto. Contratado para ser titular, ele pode mudar o time. Com ele em campo, o tradicional camisa 10 deverá sumir do esquema e o Leão ficaria no 4-3-3.
Pelo menos por enquanto, é cedo prever qual a nova formação no meio-campo do Leão. Tiago Real e Willian Farias, vetados no jogo anterior, podem retornar. No treino de ontem, Guilherme Mattis, Tiago Real e Alípio não trabalharam, enquanto Victor Ramos, Vander, Leandro Domingues, Willian Farias e Vinícius fizeram academia.
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